Samba de Ismael Silva e Nilton Bastos, com Francisco Alves incluído na parceria — prática corrente na época, em que o cantor comprava o direito de assinar. Foi gravado em dezembro de 1930 e lançado em janeiro de 1931, em dueto de Francisco Alves e Mário Reis (Odeon), e virou modelo do samba dos anos 1930. A letra dramatiza o dilema do malandro que aceita se regenerar pelo amor; o paradigma rítmico do Estácio, com o tamborim em contratempo, redefine o que passa a ser chamado de samba.1
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